Anderson Fazolo, 2º Conselheiro Suplente do COSEMS Tocantins, está participando, entre os dias 19 e 22 de agosto de 2025, da Oficina de Microplanejamento para as Atividades de Vacinação de Alta Qualidade (AVAQ), realizada em Belém, Pará. O evento, promovido pelo Ministério da Saúde, através do Departamento de Imunização e Doenças Imunopreveníveis (DPNI) e da Coordenação-Geral de Incorporação Científica e Imunização (CGICI), reúne representantes de estados e municípios de todo o Brasil com o objetivo de reforçar as estratégias de vacinação e expandir a cobertura vacinal, com ênfase em municípios prioritários.
Nos primeiros dias da oficina, foram abordados temas cruciais para o aprimoramento das campanhas de imunização, como a análise detalhada da situação das coberturas vacinais nos estados e municípios, além do uso de sistemas de informação para o monitoramento e avaliação das ações. Também foram discutidas as melhores práticas para a organização das campanhas de vacinação, incluindo as atividades de rotina, intensificações, varreduras e a vacinação casa a casa. Para tanto, os participantes se engajaram em atividades práticas, como o preenchimento de formulários específicos que auxiliam na construção e execução de um planejamento eficaz e integrado das ações de imunização.
O microplanejamento, metodologia desenvolvida e aprimorada ao longo dos últimos anos, é um dos pilares para a organização das campanhas de vacinação no Brasil. Ela foi adotada com sucesso em países das Américas, como México, Honduras e Colômbia, e visa não apenas melhorar a cobertura vacinal, mas também a qualidade das ações realizadas. A metodologia considera as especificidades de cada localidade, adaptando as estratégias de acordo com as necessidades de cada município, com o objetivo de alcançar as populações mais vulneráveis e garantir a imunização de todos os cidadãos.
Em Belém, os participantes da oficina têm discutido, de forma colaborativa, a implementação dessas estratégias no contexto brasileiro. As atividades incluem debates sobre como priorizar localidades de alta concentração populacional e identificar as populações vulneráveis, além de exercícios para a organização e mobilização de recursos humanos, líderes comunitários e insumos para as campanhas. A capacitação tem também enfocado a importância da articulação entre os diferentes níveis de governo — federal, estadual e municipal — e da integração entre as áreas de imunização e atenção primária à saúde, fundamentais para o sucesso das campanhas.
Anderson Fazolo destacou que o evento tem sido uma experiência positiva, mostrando a importância do planejamento para o alcance de uma maior cobertura vacinal. “A oficina vem de forma positiva a nos mostrar a importância do planejamento para um maior alcance de cobertura vacinal, assim conseguiremos atingir melhores índices, envolvendo todos os profissionais e chegando a toda a população com o direito e prevenção de doenças”, afirmou Anderson Fazolo.
Ao longo da oficina, os participantes têm trabalhado em conjunto para identificar soluções práticas que possam ser aplicadas em suas realidades locais. A construção de planos de ação municipais, com base no microplanejamento, é uma das etapas principais do evento, permitindo que os representantes dos municípios desenvolvam estratégias personalizadas para melhorar a cobertura vacinal em suas comunidades.
A metodologia de microplanejamento para a vacinação é uma ferramenta poderosa, que visa organizar, otimizar e monitorar as ações de imunização de forma mais eficaz, assegurando que os recursos sejam bem distribuídos e que as campanhas alcancem seus objetivos. Espera-se que, ao final da oficina, os participantes estejam plenamente capacitados para aplicar as estratégias discutidas, garantindo maior proteção à população e contribuindo para a eliminação de doenças imunopreveníveis em todo o Brasil.
A oficina segue até o dia 22 de agosto, e a expectativa é que, ao término do evento, todos os participantes tenham as ferramentas necessárias para fortalecer a vacinação em seus estados e municípios, assegurando resultados positivos para a saúde pública no país.








